No limiar do lançamento de um novo flagship do Google, um resultado de benchmark vazado levanta dúvidas sobre o desempenho gráfico do Tensor G6 — o processador que deveria marcar uma evolução geracional. O dado circula sem as garantias de um teste controlado, capturado em um aparelho de vitrine sujeito ao calor e ao acaso, e contrasta com medições anteriores que contavam uma história oposta. A tecnologia, como sempre, resiste a julgamentos precipitados: o mesmo hardware pode parecer fraco ou promissor dependendo de como e onde é medido.