Nos primeiros dias de vida, um simples exame pode determinar o destino de uma criança — mas no Brasil, esse destino ainda depende do estado onde ela nasce. A lei que prometeu expandir o teste do pezinho para até 60 doenças foi aprovada em 2021, porém cinco anos depois a maioria dos estados permanece presa a apenas sete condições rastreadas, enquanto Minas Gerais e o Distrito Federal avançam sozinhos. A desigualdade regional no diagnóstico neonatal não é apenas uma falha administrativa — é uma questão de justiça para os recém-nascidos cujas doenças passam invisíveis nos dias em que o tratamento
Teste do Pezinho ampliado permanece restrito a poucos estados brasileiros
Recém-nascidos em estados sem teste ampliado enfrentam risco de diagnóstico tardio e sequelas irreversíveis de doenças genéticas e metabólicas detectáveis.