Há uma lógica humana compreensível em preservar o que ainda funciona — mas no domínio digital, a funcionalidade aparente pode esconder uma fragilidade profunda. Um telemóvel sem atualizações de segurança não é apenas um aparelho antigo: é uma porta entreaberta para quem sabe onde bater. A história dos ataques cibernéticos ensina que a vulnerabilidade não avisa antes de entrar.