A Telefônica Brasil, maior operadora de telecomunicações do país, encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,57 bilhão — crescimento de 17% em relação ao ano anterior —, confirmando a solidez de uma estratégia que aposta na convergência entre mobilidade, fibra e dados corporativos. O resultado, previsível sem ser trivial, revela uma empresa que aprendeu a transformar infraestrutura em fidelidade: o churn caiu, a base de fibra cresceu e a receita por usuário avançou. Em tempos de mercado volátil, a estabilidade de um gigante bem posicionado é, por si só, uma forma de mensage