Em um momento em que o equilíbrio entre controle institucional e continuidade das políticas públicas se torna cada vez mais delicado, o Tribunal de Contas da União decidiu, por cinco votos a três, restabelecer o fluxo de recursos do 'dinheiro esquecido' para o programa Desenrola 2.0. A Corte não julgou o mérito constitucional da questão, mas reconheceu que interromper uma política prestes a encerrar-se naturalmente — e ainda pendente de apreciação pelo Congresso — seria um gesto desproporcional. Fica assim suspensa a suspensão, enquanto o debate mais profundo sobre os limites do gasto público