Em Confresa, um vereador levou ao Tribunal de Contas do Estado uma inquietação que atravessa a vida pública brasileira: quando o dinheiro de todos flui para um único destino, quem tem o direito de ver o caminho percorrido? Rodrigo Milhomem questionou R$ 3,2 milhões concentrados em uma só empresa e encontrou, no lugar de respostas, portas entreabertas — a Prefeitura ofereceu consulta presencial onde ele pedia cópias, e o conselheiro Guilherme Maluf negou a liminar por falta de urgência comprovada. A investigação segue viva, mas em passo lento, lembrando que a transparência, quando depende da bo