Por muito tempo confinada ao universo das academias e do esporte de alto rendimento, a suplementação proteica atravessa agora uma fronteira silenciosa: ela chega às mesas dos idosos, aos leitos de recuperação cirúrgica e à rotina de quem simplesmente envelhece e precisa preservar o que a biologia tende a levar. A ciência confirma o que a clínica já suspeitava — músculos não se mantêm sozinhos com o passar dos anos, e a proteína, em quantidade certa e com orientação adequada, pode ser a diferença entre a autonomia e a dependência.