Em um mercado que cresce impulsionado pela promessa de saúde em cápsulas, especialistas lembram que o corpo humano não se beneficia de soluções universais. Três em cada quatro adultos consomem suplementos, mas a ciência é clara: sem deficiência real ou demanda específica, o efeito é, na melhor das hipóteses, neutro. A sabedoria antiga de que não existe atalho para o bem-estar encontra respaldo na medicina contemporânea — alimentação, sono e movimento continuam sendo os pilares insubstituíveis.