Um superiate apreendido a oligarcas russos após a invasão da Ucrânia encontrou novo destino nas mãos de Abbas Sajwani, empresário de 27 anos baseado em Dubai, que o adquiriu em leilão secreto por valor não revelado. O Amadea, avaliado em cerca de 250 milhões de dólares, não serve ao seu novo proprietário como símbolo de ostentação, mas como escritório flutuante a partir do qual gere um império imobiliário de 1,9 mil milhões de dólares. Nesta história convergem as consequências geopolíticas das sanções ao regime russo, a ascensão de uma nova geração de empreendedores do Golfo e a dissolução das