A Suécia, inteiramente dependente de fertilizantes importados, encontrou na urina humana uma resposta inesperada para uma vulnerabilidade antiga. Pesquisadores e empreendedores transformaram o que era descartado em estádios e festivais em grânulos agrícolas capazes de substituir até um terço dos adubos químicos do país. É o tipo de solução que a história reconhece como sábia: não a invenção de algo novo, mas o reconhecimento do valor naquilo que sempre esteve presente.