No coração do sistema financeiro brasileiro, uma tentativa de desvio de R$ 350 milhões revelou tanto a sofisticação dos que buscam explorar infraestruturas digitais quanto a resiliência das redes de vigilância coletiva que as protegem. Fraudadores miraram os recebíveis de grandes empresas como Uber e Netflix, tentando reescrever a titularidade desses direitos para drenar valores para contas próprias — mas foram detidos antes que qualquer liquidação ocorresse. O episódio, descoberto pela TAG, registradora controlada pela Stone, lembra que a segurança financeira moderna depende menos de muros in