Em 5 de julho, a sonda japonesa Hayabusa2 passou a apenas 400 metros da superfície do asteroide Torifune, viajando a mais de 18 mil quilômetros por hora — a aproximação mais próxima que qualquer nave humana já realizou de um corpo celeste dessa natureza. O feito, confirmado pela Jaxa, não é apenas um recorde técnico: é uma demonstração de que a humanidade começa a desenvolver, com precisão cirúrgica, a capacidade de intervir em seu próprio destino cósmico. Em um universo onde rochas errantes podem ameaçar planetas inteiros, aprender a se aproximar delas é o primeiro passo para aprender a desvi