Na Universidade Estadual de Londrina, o tempo se dobrou sobre si mesmo: homenagear o professor Carlos Appoloni foi, ao mesmo tempo, celebrar o Grupo de Física Nuclear Aplicada que ele fundou em 1977 — o mais antigo em atividade contínua no Brasil em sua área. Cinquenta anos de pesquisa e de uma vida dedicada ao ensino raramente coincidem com tanta precisão, e a cerimônia na UEL reconheceu que certas instituições só existem porque certas pessoas escolheram permanecer.