Em um raro alinhamento de forças — dólar em alta, geopolítica turbulenta e demanda norte-americana confirmada —, a soja brasileira alcançou nos portos patamares que não via há quase três anos, com cotações chegando a R$ 162 por saca. Chicago renovava máximas de dois meses, e consultores de mercado viam no momento uma janela de rentabilidade que a história ensina a não desperdiçar: a colheita, com sua pressão de baixa quase inevitável, está sempre à espreita.