Na manhã de terça-feira, um sismo de magnitude 7,1 sacudiu a prefeitura de Kumamoto, no sul do Japão, lembrando ao mundo que a terra sob as cidades mais modernas permanece indiferente à fragilidade do que sobre ela se constrói. Um centro comercial inaugurado há apenas um mês colapsou parcialmente, dezenas de trabalhadores desapareceram nos escombros, e cerca de 300 mil pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas — um número que traduz não apenas destruição, mas a escala da incerteza que se instala quando o chão deixa de ser firme. O Japão, nação forjada na convivência com os sismos, enfre
Sismo de 7,1 no Japão deixa dezenas presos em centro comercial e fábrica
Dezenas de trabalhadores desaparecidos e temidos mortos no colapso do Aeon Mall e fábrica de papel; 50 mil casas sem eletricidade; 300 mil pessoas deslocadas; dezenas de feridos confirmados.