Em Rondônia, o sindicato dos policiais civis chegou ao limite da espera e recorreu à justiça para forçar o Estado a convocar candidatos aprovados em concurso público — homens e mulheres prontos para servir, mas paralisados por um impasse orçamentário. Enquanto governos negociam verbas e calendários, delegacias funcionam com efetivo mínimo e 22 municípios permanecem sem qualquer unidade policial, em um estado onde o feminicídio cresceu 66% e as mortes violentas seguem em alta. É o velho conflito entre a urgência da vida e a lentidão das instituições.
SINPOL/RO ingressa com ação civil pública para acelerar convocação de policiais
Delegacias funcionam com efetivo reduzido e policiais em plantão solitário; 22 dos 52 municípios de Rondônia carecem de unidades policiais físicas, deixando população desassistida.