A Shein, gigante da moda ultrarrápida, abriu seus livros ao mundo pela primeira vez às vésperas de sua estreia na Bolsa de Hong Kong — e os números revelaram não uma empresa em ascensão, mas uma em desaceleração. O prejuízo de US$ 99 milhões no primeiro trimestre de 2026, após um lucro de US$ 395 milhões no mesmo período do ano anterior, é o reflexo de um modelo de negócio construído sobre brechas regulatórias e custos artificialmente baixos que o mundo está, agora, decidido a fechar. O que se desenha não é apenas a história de uma empresa em dificuldade, mas a de uma era do comércio global ch