Em ano eleitoral, uma declaração do senador Flávio Bolsonaro sobre a mistura obrigatória de etanol na gasolina reacendeu um debate que o Brasil carrega desde os tempos do Proálcool: até onde vai o compromisso do Estado com a soberania energética construída ao longo de décadas? A elevação do percentual de etanol para 32% — o E32 — havia entrado em vigor apenas semanas antes, respaldada por testes técnicos independentes, quando a fala do senador transformou uma política consolidada em promessa de campanha. Seis entidades do setor sucroenergético responderam em uníssono, lembrando que o etanol br