Num exercício raro de cartografia do mundo invisível, a revista francesa L'Express reuniu 60 especialistas de 25 países para classificar os serviços de inteligência europeus — e revelou que a grandeza nem sempre se mede pelo lugar no pódio. Portugal, 19.º num ranking de 21 nações, emerge como autoridade reconhecida na África Austral, consultado regularmente por agências europeias que sabem onde o conhecimento verdadeiro reside. É um lembrete de que na espionagem, como na sabedoria, a profundidade supera muitas vezes a amplitude.