Num estudo publicado em 2026, cientistas revisitaram o destino final da Terra e descobriram que o nosso planeta poderá, afinal, escapar ao abraço destruidor do Sol quando este se tornar uma gigante vermelha, daqui a cerca de cinco mil milhões de anos. A vida, porém, terá desaparecido muito antes — em aproximadamente mil milhões de anos, quando o dióxido de carbono se esgotar da atmosfera e os oceanos evaporarem sob um Sol cada vez mais brilhante. O que os novos modelos oferecem não é salvação para a vida, mas uma espécie de imortalidade geológica: a Terra como relíquia árida, orbitando em silê