Nas fibras de linho de um dos artefatos mais debatidos da história humana, cientistas britânicos encontraram não uma resposta, mas um arquivo: séculos de mãos, ambientes, organismos e trajetórias gravados em escala molecular. O estudo, publicado em julho na revista Scientific Reports por pesquisadores da Universidade de Lancashire, aplicou sequenciamento metagenômico de nova geração ao Sudário de Turim pela primeira vez, revelando uma complexidade biológica que ilumina a circulação do objeto pelo tempo — sem, contudo, resolver as questões de autenticidade que há séculos dividem estudiosos e fi