Durante décadas, a Segurança Social foi sinónimo de filas, papelada e tardes perdidas. Hoje, a instituição que acompanha a vida de praticamente todos os portugueses — do nascimento à reforma — reposiciona-se no ecrã, disponível a qualquer hora, sem fronteiras geográficas. Esta transição digital não é apenas uma questão de conveniência: é uma reconfiguração silenciosa da relação entre o cidadão e o Estado, onde o serviço público começa a existir no tempo e no espaço de cada pessoa.