O corpo humano não foi feito para o repouso prolongado, e quando a inatividade se encontra com o excesso de gordura visceral, instala-se um ciclo silencioso de inflamação, perda muscular e resistência metabólica que vai muito além do número na balança. Médicos especialistas em exercício, ortopedia e gastroenterologia explicam como sedentarismo e obesidade se retroalimentam, comprometendo articulações, metabolismo e até elevando o risco de certos cânceres digestivos. A saída não exige heroísmo, mas começo — pequeno, gradual e orientado pela capacidade funcional de cada pessoa.