Em um país onde quase metade dos adultos vive sem movimento suficiente, o coração paga silenciosamente o preço de uma rotina cada vez mais sedentária. O sedentarismo — reconhecido pela OMS como principal fator de risco modificável para doenças cardiovasculares — avança sobre jovens e adultos brasileiros, antecipando hipertensão, infartos e derrames que antes pareciam distantes. A ciência e os especialistas convergem para uma mensagem simples: menos de 2% do tempo semanal dedicado ao movimento pode ser a diferença entre uma vida plena e uma vida comprometida.
Sedentarismo antecipa doenças cardiovasculares; especialistas orientam sobre hábitos saudáveis
O sedentarismo contribui para aumento de mortalidade global por doenças cardiovasculares, afetando especialmente adultos jovens e grupos de risco como hipertensos e diabéticos.