Secretário do Amazonas recebe Comenda Juscelino Kubitschek por políticas habitacionais

Habitação digna movimenta cadeias econômicas que impactam milhares
Marcellus Campêlo explicou por que políticas habitacionais são mais que moradia ao receber a comenda.

No Rio de Janeiro, o Amazonas foi reconhecido não apenas por construir casas, mas por demonstrar que habitação popular e desenvolvimento econômico podem caminhar juntos. Marcellus Campêlo, secretário de Desenvolvimento Urbano do estado, recebeu a Comenda Juscelino Kubitschek do Cofeci — honraria que carrega o nome do presidente que ergueu uma capital do nada — pelos programas Prosamin+ e Amazonas Meu Lar. O prêmio é, em essência, um espelho: reflete a imagem de um estado que deixou de ser apenas destinatário de políticas nacionais para se tornar referência delas.

  • O Amazonas, historicamente à margem dos grandes debates sobre urbanização, emergiu como modelo nacional em habitação popular — uma virada que exige reconhecimento e também escrutínio.
  • A Comenda Juscelino Kubitschek, concedida pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis, sinaliza que o setor imobiliário enxerga nas políticas do estado um aliado concreto, não apenas retórica institucional.
  • Programas como o Amazonas Meu Lar movimentam cadeias inteiras: pedreiros, eletricistas, fornecedores e corretores são beneficiados cada vez que uma família recebe as chaves de uma casa própria.
  • O governador Wilson Lima vê na homenagem a validação de uma aposta estratégica — integrar inclusão social e mercado imobiliário sem tratar os dois como forças opostas.
  • O desafio que permanece é sustentar a execução consistente que gerou o reconhecimento, em um estado onde diversificação econômica e emprego sustentável ainda são metas em construção.

No Rio de Janeiro, Marcellus Campêlo subiu ao palco para receber uma comenda que levava o nome de quem construiu Brasília. A honraria, entregue pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis, não era um gesto protocolar: era o reconhecimento de que o Amazonas havia transformado política habitacional em algo que funciona na prática.

Dois programas estavam no centro dessa distinção. O Prosamin+, atuando em Manaus e no interior, e o Amazonas Meu Lar, que se tornou o rosto mais visível da estratégia do governo Wilson Lima. Juntos, reposicionaram o estado como referência nacional em habitação popular — não por decreto, mas por execução.

No discurso, Campêlo falou do que raramente aparece em cerimônias de premiação: a economia que se move quando casas são construídas. Cada unidade habitacional representa trabalho para pedreiros e eletricistas, movimento para fornecedores, comissão para corretores, renda que circula. Ele reconheceu que o prêmio era resultado de um esforço coletivo — do governo e das famílias que realizaram o sonho da casa própria.

Para o governador Wilson Lima, a comenda tinha um significado mais amplo: a validação de que desenvolvimento urbano e inclusão social não são objetivos em conflito no Amazonas, mas complementares. O estado deixava de ser visto apenas como receptor de investimentos para ser reconhecido como um lugar que os executa com propósito — e isso, por si só, já é uma forma de construção.

No Rio de Janeiro, Marcellus Campêlo recebeu a Comenda Juscelino Kubitschek das mãos do Conselho Federal de Corretores de Imóveis. A honraria não era apenas um prêmio pessoal ao secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano do Amazonas e gestor da Unidade de Projetos Especiais. Era, antes, um reconhecimento nacional de que o estado havia construído algo que funcionava: políticas habitacionais que entrelaçavam inclusão social, mercado imobiliário e geração de trabalho.

Os dois programas que levaram Campêlo até o Rio tinham nomes simples. O Prosamin+, que trabalha em Manaus e no interior, e o Amazonas Meu Lar, que se tornou o rosto mais visível dessa estratégia. Juntos, reposicionaram o Amazonas como referência nacional em habitação popular e desenvolvimento urbano — uma mudança que não acontece por acaso ou por decreto, mas por execução consistente.

Quando Campêlo subiu para receber a comenda, falou sobre o que raramente aparece em discursos de premiação: a economia real que se move quando você constrói casas. Cada unidade habitacional não é apenas um teto. É trabalho para pedreiros, eletricistas, encanadores. É movimento para fornecedores de materiais. É comissão para corretores de imóveis. É renda que circula. Ele reconheceu que o prêmio era resultado de um esforço coletivo do governo, mas também da população que havia sido beneficiada — as famílias que realizaram o sonho da casa própria.

O secretário, que também ocupa a posição de segundo vice-presidente estadual do União Brasil, deixou claro que o Amazonas Meu Lar abriu portas. Não apenas para famílias que antes não tinham acesso a crédito ou propriedade, mas para um setor inteiro que depende de movimento no mercado imobiliário. Os corretores viram seu trabalho valorizado. A construção civil ganhou fôlego. Isso importa em um estado onde a economia precisa de diversificação e de oportunidades que gerem emprego sustentável.

O governador Wilson Lima, que preside o partido estadual, viu na comenda algo mais amplo: a validação nacional de uma estratégia. Não era apenas Manaus sendo reconhecida. Era o Amazonas inteiro sendo visto como um lugar onde desenvolvimento urbano e inclusão social não são objetivos em conflito, mas complementares. Onde você pode oferecer moradia digna e, ao mesmo tempo, fortalecer cadeias econômicas que impactam milhares de trabalhadores.

A comenda Juscelino Kubitschek, nomeada em homenagem ao presidente que construiu Brasília, carrega peso histórico. Ela vai para quem constrói, quem planeja, quem transforma espaço em oportunidade. Que Campêlo a tenha recebido por políticas habitacionais diz algo sobre como o Amazonas está sendo visto agora — não como um estado que apenas recebe investimentos, mas como um que os executa com propósito claro.

O Amazonas Meu Lar abriu portas para o fortalecimento do mercado imobiliário, valorizou o trabalho dos corretores de imóveis e gerou novas oportunidades na construção civil
— Marcellus Campêlo, secretário de Desenvolvimento Urbano do Amazonas
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que uma comenda de corretores de imóveis importa tanto para um secretário de desenvolvimento urbano?

Model

Porque ela não é sobre corretores. É sobre o reconhecimento de que habitação é economia. Quando você constrói casas, você move trabalho, renda, oportunidades. Os corretores são apenas um dos atores nessa cadeia.

Inventor

O Amazonas Meu Lar é um programa novo?

Model

Não é tão novo que não tenha histórico, mas é recente o suficiente para ainda estar em expansão. O que importa é que ele funcionou bem o bastante para ser reconhecido nacionalmente como modelo.

Inventor

Qual é a diferença entre este programa e outros de habitação popular que existem em outros estados?

Model

A diferença está em como foi desenhado. Ele não apenas entrega casas. Ele fortalece o mercado imobiliário local, gera emprego na construção civil, valoriza o trabalho dos corretores. É inclusão social que também é desenvolvimento econômico.

Inventor

Wilson Lima está usando isso politicamente?

Model

Está usando como deve. Ele é governador. Mas o fato é que o programa existe, funciona, e foi reconhecido por uma instituição nacional. Isso é diferente de apenas falar sobre o que faria.

Inventor

E as famílias que recebem as casas? Elas sabem que estão participando de uma estratégia econômica maior?

Model

Provavelmente não pensam assim. Elas pensam que têm um lugar para morar. Mas sim, elas estão. Quando você realiza o sonho da casa própria, você também está movimentando a economia que te cerca.

Inventor

Isso é sustentável?

Model

Depende. Se o programa continuar sendo executado bem, se o mercado imobiliário local continuar respondendo, se as famílias conseguirem manter suas propriedades. Mas o reconhecimento nacional é um sinal de que, até agora, está funcionando.

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