Secretarias ampliam Programa Vacinação nas Escolas com 40 imunizados

Quando você vai até a escola, remove as barreiras de uma vez
Reflexão sobre por que levar a vacinação para dentro das unidades de ensino aumenta a adesão.

Em um gesto que une saúde pública e espaço educativo, as secretarias municipais de Saúde e Educação levaram a vacinação até a Escola Municipal Mário Bergamasco, no bairro Florianópolis, na última terça-feira. Quarenta crianças e professores tiveram suas carteiras revisadas e receberam imunizantes contra Influenza, Meningocócica ACWY e Difteria — um lembrete de que proteger uma comunidade começa por eliminar os obstáculos que separam as pessoas do cuidado. A iniciativa reconhece que a imunização coletiva não é apenas um ato médico, mas um compromisso social que se renova a cada dose aplicada.

  • Lacunas na cobertura vacinal infantil persistem quando as famílias precisam buscar atendimento por conta própria — e esse programa inverte a lógica, levando a vacina até onde as crianças já estão.
  • Na terça-feira, 40 pessoas entre alunos e professores passaram por revisão de carteirinhas e receberam doses de Influenza, Meningocócica ACWY e Dupla Adulto em uma única ação coordenada.
  • Equipes de Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária operam como ponte entre o sistema de saúde e as unidades de ensino, reduzindo barreiras práticas que historicamente afastam populações vulneráveis da imunização.
  • O programa não para: no dia 30 de junho, o CEI Florianópolis receberá atendimento voltado a crianças de zero a quatro anos, das 13h30 às 15h30, ampliando o alcance para a primeira infância.

Na terça-feira, 23 de junho, a Escola Municipal Mário Bergamasco, no bairro Florianópolis, foi palco de uma ação conjunta entre as secretarias municipais de Saúde e Educação. Quarenta crianças e professores tiveram suas carteiras de vacinação revisadas e receberam doses de Influenza, Meningocócica ACWY e Dupla Adulto (DT), conforme a necessidade identificada em cada registro.

A estratégia é direta: equipes de Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária à Saúde vão até as escolas, verificam os registros de imunização e aplicam as doses no mesmo local. Ao eliminar o deslocamento até uma unidade de saúde, o programa reduz uma das principais barreiras que impedem famílias de manter a vacinação em dia — e fortalece a proteção coletiva do ambiente escolar.

A iniciativa tem continuidade marcada para 30 de junho, desta vez no Centro de Educação Infantil Florianópolis. Das 13h30 às 15h30, as equipes atenderão crianças de zero a quatro anos, revisando carteirinhas e aplicando os imunizantes adequados para cada faixa etária. A campanha também mira a conscientização de pais e responsáveis sobre a importância da imunização desde os primeiros anos de vida.

Na terça-feira, 23 de junho, a Escola Municipal Mário Bergamasco, localizada no bairro Florianópolis, recebeu uma ação coordenada entre as secretarias municipais de Saúde e Educação. Quarenta crianças e professores passaram por revisão de suas carteiras de vacinação e receberam doses de imunizantes conforme a necessidade identificada em cada registro.

O programa, que amplia a cobertura vacinal infantil nas unidades de ensino, aplicou três tipos de vacinas durante a atividade: Influenza, Meningocócica ACWY e Dupla Adulto (DT). A estratégia funciona de forma prática — as equipes de Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária à Saúde vão até as escolas, revisam os registros de imunização e aplicam as doses necessárias no mesmo local, eliminando barreiras de acesso que muitas famílias enfrentam.

O objetivo declarado é manter estudantes e professores com a imunização em dia, criando um ambiente escolar mais seguro e fortalecendo a prevenção de doenças transmissíveis. Segundo a Secretaria de Saúde, manter a caderneta de vacinação atualizada representa uma das principais formas de proteção contra diversas enfermidades e contribui para a proteção coletiva de toda a população.

A iniciativa não se encerra com essa ação isolada. O programa tem continuidade marcada para 30 de junho, desta vez no Centro de Educação Infantil Florianópolis. O atendimento funcionará das 13h30 às 15h30 e será direcionado para crianças de zero a quatro anos. As equipes novamente farão a revisão das carteirinhas e aplicarão as vacinas apropriadas para cada faixa etária.

A campanha também busca conscientizar pais e responsáveis sobre a importância da imunização desde os primeiros anos de vida. Ao levar a vacinação para dentro das escolas e centros de educação infantil, as secretarias reconhecem que o acesso facilitado aumenta a adesão e reduz as lacunas de cobertura vacinal que historicamente afetam populações vulneráveis.

Manter a caderneta de vacinação atualizada é uma das principais formas de prevenção contra diversas doenças e contribui para a proteção coletiva da população
— Secretaria de Saúde
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que as secretarias decidiram levar a vacinação para dentro das escolas em vez de apenas oferecer nos postos de saúde?

Model

Porque muitas famílias enfrentam dificuldades para se deslocar até os postos — trabalho, transporte, horários incompatíveis. Quando você vai até a escola, onde a criança já está, você remove essas barreiras de uma vez.

Inventor

E como funciona na prática? As crianças saem de aula?

Model

Não necessariamente. A equipe chega, revisa as carteiras de vacinação durante o horário escolar, e aplica o que falta. É rápido e organizado. No caso da ação no CEI, marcaram um horário específico — 13h30 às 15h30 — para não interromper as atividades.

Inventor

Qual é o risco se essas carteiras não forem atualizadas?

Model

Doenças que são facilmente preveníveis — influenza, meningite, difteria, tétano — podem circular. Quando você tem uma população escolar desprotegida, o risco aumenta para todos, inclusive para quem não pode ser vacinado por razões médicas.

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Então isso é sobre proteção individual e coletiva ao mesmo tempo?

Model

Exatamente. Cada criança vacinada se protege, mas também protege os colegas, os professores, e a comunidade ao redor. É por isso que as secretarias falam em "proteção coletiva".

Inventor

Quantas pessoas ainda precisam ser alcançadas?

Model

O programa está em expansão — começou com 40 pessoas na Mário Bergamasco e continua. Mas não há números divulgados sobre quantas crianças ainda estão com carteiras desatualizadas na rede municipal.

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