Enquanto o Senado americano adia para setembro a votação do CLARITY Act — a primeira tentativa real de estabelecer um marco regulatório federal para criptomoedas —, Michael Saylor lembra ao mundo que o Bitcoin opera segundo sua própria lógica, indiferente aos calendários parlamentares. A tensão não é entre lei e tecnologia, mas entre a velocidade das redes descentralizadas e a lentidão das instituições humanas. O que está em jogo não é a sobrevivência do Bitcoin, mas o lugar que os Estados Unidos ocuparão na economia digital que já se forma sem esperar por Washington.