Um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais, reintegrado à corporação após decisão judicial que relevou omissões no ingresso, é agora suspeito de ter matado sua esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, cujo corpo chegou ao hospital com marcas inequívocas de violência. A trajetória de Eduardo Abner — marcada por ocultações, registros anteriores de agressão a mulheres e uma reintegração garantida pela Justiça — coloca em relevo a tensão entre o princípio da remissão e a responsabilidade institucional de proteger vidas. O caso convida a sociedade a refletir sobre o que se perde quando o passado
Sargento suspeito de matar capitã já havia sido exonerado da PM
Capitã Michele Leão Azevedo morreu com múltiplas lesões; investigação aponta feminicídio; suspeito tem histórico de violência contra mulheres.