Em agosto de 2026, o colapso da Apex Partners — com um rombo estimado em R$ 1,4 bilhão — revelou não apenas uma crise financeira, mas uma teia de relações entre o setor privado e o poder público do Espírito Santo. A trajetória de Rogério Salume, que em pouco tempo passou de vendedor a presidente do conselho do Fundo Soberano do Estado, e a presença de filhos de governadores no quadro societário da empresa, colocam questões fundamentais sobre os limites entre influência política e gestão do bem público. Em ano eleitoral, o silêncio das instituições diante dessas conexões pesa tanto quanto as in
Salume vendeu Wine para Apex e ascendeu à presidência do Funses
Corte em massa de 80% dos profissionais da Apex Partners afetou centenas de funcionários; investidores tiveram saques suspensos em fundos estruturados.