À medida que os veículos elétricos ganham as ruas de São Paulo, eles atraem não apenas olhares curiosos, mas também o interesse calculado de quadrilhas que aprenderam a transformar tecnologia em mercadoria ilegal. Entre janeiro e maio de 2026, os registros de roubo e furto desses veículos quase triplicaram em relação ao ano anterior, revelando uma adaptação criminosa tão sofisticada quanto silenciosa. O crime, que antes se impunha pela força, agora prefere a precisão — e essa mudança diz muito sobre como a inovação, quando desprotegida, pode servir tanto ao progresso quanto à exploração.