Ele quer que o filho supere seus feitos, sem inveja ou pressão excessiva
Aos 40 anos, Cristiano Ronaldo escolheu o momento de encerrar sua jornada — não como alguém vencido pelo tempo, mas como um homem que ainda define seus próprios termos. Em entrevista à CNN na Arábia Saudita, o atacante português confirmou que se aposentará em um ou dois anos, apontando a Copa do Mundo de 2026 como sua despedida internacional. Antes disso, persegue uma última marca simbólica: o milésimo gol oficial, a 48 tentos de distância. É o fim anunciado de uma era que durou um quarto de século.
- Ronaldo encerrou semanas de especulação ao confirmar, com precisão incomum, que pendurar as chuteiras está a um ou dois anos de distância.
- Aos 40 anos e com contrato renovado até 2027, o jogador recusa o papel de atleta em declínio — ele se diz veloz, preciso e no controle de sua saída.
- A Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, surge como o único título major ausente em sua coleção e a motivação central para seguir em campo.
- Com 952 gols oficiais e nove marcados em dez jogos nesta temporada pelo Al-Nassr, a meta do milésimo gol parece alcançável antes da aposentadoria.
- O legado já se estende à próxima geração: Ronaldo fala sobre o filho Cristiano Jr. com desejo de superação, mas sem o peso das expectativas impostas.
Cristiano Ronaldo dissipou as dúvidas sobre seu futuro durante uma entrevista à CNN realizada em uma cúpula de turismo na Arábia Saudita. Aos 40 anos, o atacante do Al-Nassr foi direto: ele se aposentará em um ou dois anos. A declaração encerrou especulações que haviam crescido após alusões vagas feitas pelo próprio jogador em conversas anteriores.
Ronaldo reconhece que 25 anos de futebol profissional pedem uma transição, especialmente para dedicar mais tempo à família. Ainda assim, ele rejeita a narrativa do declínio — sente-se em plena forma e quer escolher quando partir, não ser escolhido pelo tempo. A Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, é o ponto final que ele tem em mente: uma despedida internacional aos 41 anos, com a chance de conquistar o único título major que ainda falta em sua coleção. Em cinco Copas anteriores, sua melhor campanha foi a semifinal de 2006.
Antes disso, uma meta concreta o mantém motivado: o milésimo gol oficial. Faltam apenas 48, e o ritmo atual — nove gols em dez jogos pelo Al-Nassr nesta temporada — sugere que o marco está ao alcance. Seu contrato com o clube saudita, renovado até junho de 2027, oferece estabilidade para essa perseguição. Pela seleção portuguesa, ele já acumula 143 gols, recorde mundial intocável.
Ronaldo também voltou os olhos para o que vem depois. Ele começou a planejar a vida pós-futebol desde os 25 anos, entre negócios e família. Hoje, fala com orgulho sobre o filho Cristiano Jr., de 15 anos, que joga pela sub-16 de Portugal, desejando que o menino supere seus feitos — mas sem pressão. A aposentadoria, quando chegar, não o pegará desprevenido. A Copa de 2026 será o último ato de um dos maiores atletas do século.
Cristiano Ronaldo, aos 40 anos, tirou a névoa que cercava seu futuro. Durante uma entrevista por videoconferência à CNN em uma cúpula de turismo na Arábia Saudita, o atacante português do Al-Nassr estabeleceu um cronograma claro: ele pendurar as chuteiras em um ou dois anos. A declaração encerrou semanas de especulação que começou quando o jogador havia feito alusões vagas sobre o fim de sua carreira em conversas anteriores.
Ronaldo brincou que "em breve" poderia significar uma década inteira, mas logo corrigiu o tom. A verdade, segundo ele, é mais próxima e mais definida. Após 25 anos dedicados ao futebol profissional, o português sente que chegou a hora de pensar em outras prioridades — especialmente em passar mais tempo com a família. Ainda assim, ele insiste que se sente em plena forma, com velocidade e precisão intactas. Não é um homem em declínio anunciando sua saída; é alguém que escolhe quando partir.
A Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, marca o ponto final que Ronaldo tem em mente. Aos 41 anos, ele quer que aquele torneio seja sua despedida internacional. Portugal já avança nas eliminatórias, e o caminho parece viável. Para Ronaldo, a Copa representa mais do que um último jogo — é a última oportunidade de conquistar o único título major que falta em sua coleção impressionante de cinco Bolas de Ouro e inúmeras Champions League. Em cinco Copas anteriores, sua melhor campanha foi em 2006, quando Portugal chegou às semifinais.
Antes de se afastar, porém, Ronaldo tem uma meta concreta que o motiva: o milésimo gol oficial. Ele precisa de apenas 48 gols para alcançar essa marca histórica. Na temporada 2025-26, já marcou nove gols em dez jogos pelo Al-Nassr, ajudando o time a ocupar a terceira posição na Liga Saudita. Pela seleção portuguesa, ele ostenta 143 gols, um recorde mundial que permanece intocável. A renovação de seu contrato com o Al-Nassr até junho de 2027 oferece a estabilidade necessária para perseguir esses objetivos sem pressa.
Ronaldo também refletiu sobre o legado que deixará e sobre a próxima geração — particularmente seu filho Cristiano Jr., de 15 anos, que joga pela sub-16 de Portugal. O pai expressou o desejo de que o menino supere seus feitos, mas sem pressão excessiva ou inveja. Ronaldo prioriza a felicidade do filho acima de tudo, independentemente de qual caminho ele escolha. Segundo o jogador, essa nova geração pensa e vive de forma diferente, exigindo apoio incondicional em vez de expectativas impostas.
Sua trajetória começou no Sporting em 2002 e o levou por Manchester United, Real Madrid e Juventus — clubes que moldaram sua identidade como jogador. Ele detém recordes como maior artilheiro da Eurocopa, com 14 gols, e maior goleador da seleção europeia. Desde 2022 no Al-Nassr, acumulou três títulos locais e continua sendo uma figura influente no futebol saudita. Ronaldo expressou orgulho genuíno pelos 25 anos de dedicação, pelos recordes conquistados e pelas memórias construídas.
A aposentadoria, embora difícil de aceitar, não o pega desprevenido. Ele começou a se preparar para a vida após o futebol desde os 25 anos, planejando negócios e pensando na família. Agora, aos 40, o foco é curtir o presente sem pressa para o que virá depois. Há paixões pessoais a explorar, projetos a desenvolver e tempo a recuperar. A Copa de 2026 será o último ato de um dos maiores atletas do século — uma despedida que ele espera seja memorável.
Notable Quotes
Brincou que 'em breve' poderia significar dez anos, mas logo corrigiu para um ou dois anos— Cristiano Ronaldo
Enfatizou que se sente em plena forma, com velocidade e precisão preservadas— Cristiano Ronaldo
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que agora? Por que Ronaldo decidiu finalmente ser claro sobre quando vai parar?
Acho que aos 40 anos você começa a sentir o peso de 25 anos de dedicação absoluta. Ele disse que quer mais tempo com a família. Não é desespero, é escolha.
Mas ele ainda está marcando gols, ainda está em forma. Isso não o torna vulnerável a mudar de ideia?
Talvez. Mas ele foi bem específico — um ou dois anos. E a Copa de 2026 é o ponto de ancoragem. É o torneio que falta em sua coleção. Isso dá propósito ao prazo.
E se Portugal não se classificar para a Copa?
Seria complicado. Mas Portugal está avançando nas eliminatórias. Ele não está apostando em algo improvável. Está apostando em algo que provavelmente vai acontecer.
Fale sobre o milésimo gol. Quanto disso é sobre o número e quanto é sobre o legado?
Os dois. Mas o número é concreto, é algo que ele pode controlar. Ele precisa de 48 gols. Na forma em que está, é alcançável. É um objetivo que dá estrutura aos próximos anos.
E o filho? Cristiano Jr. está sob pressão?
Ronaldo foi cuidadoso em dizer que não quer pressão excessiva. Mas é difícil ser filho de Cristiano Ronaldo. Ele está tentando ser diferente do que seu pai talvez tenha sido — menos exigente, mais apoiador. Isso diz algo sobre como ele vê sua própria jornada agora.
Qual é a coisa que ele mais vai sentir falta?
Provavelmente não é o gol. É o ritmo, a competição, a sensação de estar no centro de tudo. Aos 41 anos, sair disso é deixar ir uma identidade inteira.