Em agosto de 2026, a Casa Branca ergueu uma barreira legal contra robôs humanoides estrangeiros, invocando a segurança nacional como justificativa para o que muitos analistas leem como uma resposta tardia à dominância chinesa em uma das indústrias mais promissoras do século. A China, que em 2025 respondia por 85% do mercado global desses dispositivos, rejeitou as acusações como protecionismo disfarçado e respondeu com suas próprias restrições. No horizonte, um mercado que pode chegar a 200 bilhões de dólares até 2035 aguarda o desfecho de uma disputa que é, em essência, sobre quem moldará o fu