Na tarde de uma sexta-feira de agosto, o Rio de Janeiro se curvou diante da força invisível de um ciclone bomba que avançava pelo Atlântico: sirenes interromperam telejornais, parques fecharam suas portas e escolas dispensaram seus alunos antes que o vento chegasse. É o momento em que uma cidade aprende, mais uma vez, que a natureza não negocia prazos — e que a preparação coletiva é a única resposta possível diante do que não se pode conter.
Rio em estágio 3: Defesa Civil emite alertas de vendaval e suspende aulas
Potencial risco de deslizamentos em áreas de risco; moradores precisam se deslocar para pontos de apoio da Defesa Civil conforme necessário.
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