Em São Paulo, o infarto deixou de ser uma sentença reservada à velhice: um levantamento da Rede D'Or conduzido entre 2025 e 2026 revela que a idade média dos pacientes paulistas com infarto agudo do miocárdio é de 58 anos, quatro a doze anos abaixo da registrada em outros estados brasileiros. O estresse psicossocial crônico, tecido no ritmo da maior metrópole do país, emerge como força silenciosa que acelera o endurecimento das artérias em pessoas ainda em seus anos mais produtivos. O dado não é apenas estatístico — é um espelho da vida urbana contemporânea, e o que ele reflete exige atenção.
Rede D'Or: infarto atinge média de 58 anos em SP, a mais jovem do país
Taxa de mortalidade de 2,4% entre 4.921 pacientes atendidos com suspeita de infarto, com óbitos concentrados em pacientes aproximadamente 10 anos mais idosos que os sobreviventes.
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