Em Guanambi, um homem de 31 anos foi preso na tarde de uma sexta-feira depois que câmeras inteligentes o reconheceram enquanto caminhava por uma avenida movimentada — não por um crime violento, mas por uma dívida de pensão alimentícia com mandado judicial em aberto. O episódio revela como a vigilância automatizada, silenciosa e contínua, está redefinindo a fronteira entre o espaço público e o alcance do Estado. O que antes exigia investigação e busca ativa agora acontece no ritmo do rosto que passa diante de uma câmera.