Na fronteira que une dois países e separa o lícito do ilícito, agentes da Receita Federal detiveram uma van paraguaia carregando não celulares, mas barro e plástico habilmente disfarçados em caixas lacradas. O episódio, ocorrido na Ponte da Amizade em 13 de agosto de 2026, revela a sofisticação crescente das fraudes aduaneiras e a permanente tensão entre o engenho humano para burlar fronteiras e a vigilância do Estado para guardá-las. O motorista responde agora por crimes que existem precisamente porque a aparência de mercadoria, mesmo vazia de conteúdo, carrega peso legal.