Em um movimento que revela a determinação do Estado em combater a inadimplência tributária estrutural, a Receita Federal do Brasil expandiu sua lista de devedores contumazes de cinco para 22 empresas em apenas dois meses, concentradas nos setores de cigarros e combustíveis. A medida, ancorada em lei complementar de 2026, não é apenas uma sanção administrativa — é uma declaração de que o não pagamento sistemático de impostos como estratégia de negócio não será mais tolerado em silêncio. As consequências para os listados são amplas e imediatas, sinalizando que o instrumento tende a se tornar um