Lula's approval drops to 42% as disapproval reaches 52%, Real Time Big Data shows

Approval slides while disapproval rises simultaneously
A two-month trend showing voters moving away from Lula's government rather than simply staying undecided.

No Brasil de maio de 2026, uma pesquisa nacional registra o que os números raramente mentem: o presidente Lula governa com aprovação em queda, agora em 42%, enquanto a desaprovação avança para 52%. Não se trata de um colapso, mas de uma direção — e direções, em política, costumam importar mais do que posições. O centro indeciso parece estar se definindo, e sua escolha aponta para longe do governo.

  • A aprovação de Lula caiu dois pontos desde março, enquanto a desaprovação subiu um ponto, confirmando uma trajetória de desgaste contínuo.
  • Com 52% desaprovando o governo, a maioria dos brasileiros ouvidos pela pesquisa expressa insatisfação ativa — não apenas indiferença.
  • Os 6% sem opinião representam um eleitorado ainda em aberto, mas a tendência sugere que, ao se decidirem, não favorecem o Palácio do Planalto.
  • O dado chega em maio de 2026, ano eleitoral, tornando cada ponto percentual um sinal lido com atenção por aliados, adversários e investidores políticos.

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo instituto Real Time Big Data mostra o presidente Lula com 42% de aprovação e 52% de desaprovação — números que, comparados a março, indicam dois pontos a menos de apoio e um ponto a mais de rejeição. Seis por cento dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

O levantamento ouviu dois mil eleitores entre os dias 2 e 4 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O trabalho está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-03627/2026, seguindo a metodologia padrão das pesquisas eleitorais brasileiras.

Uma aprovação de 42% não é, por si só, uma crise — há presidentes que governam com menos. O que preocupa analistas é o movimento: quando aprovação cai e desaprovação sobe ao mesmo tempo, os indecisos estão chegando a conclusões, e essas conclusões não favorecem o governo. Em ano eleitoral, essa direção tem peso político concreto, tanto para a agenda legislativa quanto para o cenário de 2026.

A new survey released Tuesday by the Real Time Big Data institute captures a presidency losing ground. President Luiz Inácio Lula da Silva's approval rating has slipped to 42 percent, while disapproval has climbed to 52 percent—a shift that suggests eroding confidence in his administration even as he remains in office.

The numbers represent a measurable decline from just two months earlier. In March, Lula held 44 percent approval; disapproval stood at 51 percent. The two-point drop in approval and one-point rise in disapproval may seem modest on paper, but they track a consistent direction. Six percent of those surveyed either declined to answer or genuinely had no opinion.

The institute conducted the survey between May 2 and 4, reaching two thousand voters across the country. The margin of error is two percentage points in either direction, with a confidence level of 95 percent—standard methodology for Brazilian polling. The work is registered with the Tribunal Superior Eleitoral, Brazil's electoral court, under protocol BR-03627/2026.

What these figures mean for Lula's political position depends partly on how one reads the trend. A 42 percent approval rating is not catastrophic; many presidents govern with less public support. But the direction matters. When approval slides while disapproval rises simultaneously, it suggests the middle is not holding—undecided voters are making up their minds, and they are moving away from the government.

The timing of the release, coming in early May 2026, places this data point in a specific moment of Lula's presidency. Whether this represents a temporary dip tied to a particular policy or event, or whether it signals a longer erosion of public confidence, will become clearer as subsequent surveys arrive. For now, the institute has documented a government that fewer Brazilians approve of than did two months ago.

A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

What shifted between March and now? Two points doesn't sound like much.

Model

It's not the magnitude—it's the direction. Approval down, disapproval up. That's not noise. That's movement away.

Inventor

From what? Did something specific happen?

Model

The source doesn't say. That's the puzzle. The poll captures the fact of declining support, not the cause.

Inventor

So we know people are unhappier, but not why.

Model

Exactly. And that's what makes it worth watching. When you lose approval without a clear external shock, it often means accumulated frustration.

Inventor

What happens if this trend continues?

Model

That's the real question. A president at 42 percent approval has less room to maneuver legislatively, less political capital for difficult decisions.

Inventor

Is 42 percent low for Brazil?

Model

It's not rock bottom, but it's not comfortable. It's the zone where a president starts to feel real constraints.

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