Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra mantém uma liderança numérica sobre João Campos, mas o tempo e o eleitorado estão em movimento. O que era uma vantagem confortável em maio tornou-se, em julho, um empate técnico — lembrando que nas democracias maduras, as pesquisas não revelam destinos, mas tensões vivas. A disputa, ainda distante do pleito, já ensaia os contornos de uma das eleições estaduais mais observadas do país.