Japão empata com Holanda em 2 a 2 na estreia do Grupo F da Copa do Mundo

Japão buscou o empate nos minutos finais quando tudo parecia perdido
Kamada desviou de cabeça para fazer 2 a 2 contra a Holanda no AT&T Stadium em Dallas.

No coração do Texas, Japão e Holanda protagonizaram um duelo que resumiu a beleza imprevisível do futebol: duas seleções de estilos distintos, separadas por continentes e culturas, encontraram-se em igualdade de pontos e de drama. O empate em 2 a 2, selado por um cabeceio japonês nos minutos finais, lembra que no esporte — como na vida — a última palavra raramente pertence a quem parecia estar no controle.

  • A Holanda dominou a posse e abriu 2 a 1, parecendo encaminhar uma vitória confortável na estreia do Grupo F.
  • O Japão, menor fisicamente mas incansável taticamente, recusou-se a aceitar a derrota e pressionou até o apito final.
  • Kamada desviou de cabeça nos minutos finais para empatar em 2 a 2, transformando o AT&T Stadium em palco de reviravolta.
  • Com o mesmo número de pontos, o Japão assumiu a liderança do grupo pelo critério de desempate, deixando a Holanda em alerta.
  • Ambas as seleções seguem para jogos decisivos no fim de semana — Holanda contra a Suécia, Japão contra a Tunísia — sem margem para tropeços.

Em Dallas, no AT&T Stadium, Japão e Holanda dividiram pontos em uma estreia carregada de tensão e reviravolta. O jogo começou equilibrado, com a Holanda pressionando e o Japão respondendo nas transições, mas sem que nenhum dos lados conseguisse romper o placar no primeiro tempo.

No segundo tempo, a Holanda tomou as rédeas. Van Dijk subiu sozinho após cruzamento de Gravenberch e abriu o placar. O Japão respondeu rápido: Nakamura bateu na entrada da área, a bola desviou em Van Hecke e enganou o goleiro para o empate. Minutos depois, Sumerville cortou para o meio e finalizou com categoria para recolocar a Holanda na frente.

Parecia que os holandeses levariam os três pontos, mas o Japão não desistiu. Nos minutos finais, Ogawa cabeceou e Kamada desviou para fazer 2 a 2 — um gol que salvou a seleção asiática de uma derrota dolorosa na abertura do torneio.

O resultado deixou ambas as equipes com um ponto cada, mas o Japão assumiu a liderança do Grupo F pelo critério de desempate. A próxima rodada já se aproxima: a Holanda enfrenta a Suécia no sábado em Houston, enquanto o Japão viaja para Monterrey para enfrentar a Tunísia no domingo.

No AT&T Stadium em Dallas, Texas, Japão e Holanda dividiram pontos em um jogo que começou equilibrado e terminou em drama nos minutos finais. O placar de 2 a 2 deixou ambas as seleções com a mesma pontuação na primeira rodada do Grupo F, embora o Japão tenha levado a vantagem inicial na tabela pelo critério de desempate.

A Holanda entrou em campo com pressão desde o início, forçando o goleiro Suzuki a fazer uma defesa importante nos primeiros minutos. Os holandeses dominaram a posse de bola, mas o Japão encontrou espaço nas transições rápidas e conseguiu equilibrar o duelo conforme o primeiro tempo avançava. Ambas as equipes tiveram chances claras: Gakpo recebeu a bola livre na área mas chutou para fora, enquanto Nakamura respondeu com uma finalização de direita após escanteio que também desperdiçou. Perto do intervalo, Ueda invadiu a área e finalizou, mas a bola passou ao lado da rede.

No segundo tempo, a Holanda voltou valorizando a posse de bola e explorando o jogo aéreo como sua principal arma. Aos cinco minutos, Gravenberch cruzou para Van Dijk subir sozinho e abrir o placar. A vantagem holandesa durou pouco. Em uma jogada rápida, Nakamura recebeu na entrada da área, bateu e a bola desviou em Van Hecke antes de enganar o goleiro Verbruggen para o empate em 1 a 1.

Sete minutos depois, a Holanda voltou à frente. Gravenberch novamente foi o criador, passando para Sumerville, que cortou para o meio e finalizou com categoria para marcar um gol de grande qualidade. A partir desse momento, o jogo se transformou em um toma lá, dá cá intenso. Memphis Depay entrou em campo pela Holanda enquanto o Japão também fazia suas substituições. Kubo arriscou de longe assustando o goleiro Verbruggen, e Gakpo respondeu com uma finalização perigosa contra Suzuki.

Nos minutos finais, foi o Japão quem explorou a bola aérea com mais intensidade. Mesmo enfrentando uma das equipes mais altas do torneio, Ogawa cabeceou e Kamada desviou de cabeça para fazer o 2 a 2 e salvar o Japão do primeiro jogo. O empate deixou ambas as seleções com três pontos, mas o Japão assumiu a liderança do Grupo F pelo critério de desempate.

A próxima rodada do grupo acontece nos próximos dias. Suécia e Tunísia se enfrentam ainda nesta noite no estádio BBVA em Monterrey, no México. No sábado, a Holanda enfrenta a Suécia no NRG em Houston, enquanto o Japão viaja para Monterrey para enfrentar a Tunísia no domingo de madrugada.

Kamada desviou de cabeça para deixar tudo igual nos minutos finais
— Descrição do gol do empate
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
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Por que esse empate importa tanto para o Japão nesta Copa?

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Porque começar com um ponto contra uma das favoritas do torneio é um resultado que mantém vivas as esperanças. Não é uma vitória, mas também não é uma derrota — e em um grupo competitivo, isso pode fazer toda a diferença.

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A Holanda parecia estar vencendo a partida duas vezes. O que mudou?

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O Japão nunca desistiu. Mesmo quando estava atrás, continuou procurando oportunidades nas transições rápidas. E nos minutos finais, quando a maioria das equipes estaria cansada, eles ainda tinham energia para explorar a bola aérea.

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Kamada marcou o gol do empate de cabeça. Isso foi sorte ou foi construído?

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Ogawa cabeceou primeiro, Kamada apenas desviou. Mas o Japão estava pressionando a bola aérea nos minutos finais de propósito. Não foi acaso — foi uma estratégia deliberada contra um time mais alto.

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Como fica a situação do Japão agora?

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Eles lideram o grupo com os mesmos três pontos da Holanda, mas à frente pelo critério de desempate. Mas isso pode mudar rapidinho quando Suécia e Tunísia jogarem hoje à noite.

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Qual foi o melhor time em campo?

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A Holanda foi mais consistente e criou mais oportunidades, mas o Japão foi mais eficiente nos momentos que importaram. Futebol não é só sobre dominar — é sobre aproveitar as chances.

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