Mapas de risco e diagnósticos sobre vulnerabilidades climáticas existem há anos em cidades como Petrópolis, mas políticas públicas avançam muito mais lentamente que a repetição das tragédias. Três anos após a catástrofe de 2022, moradores de Petrópolis relatam abandono estatal, sofrimento psicológico permanente e dificuldades para reconstruir vidas, evidenciando que desastres não terminam com as águas.
Quem responde pelas tragédias climáticas anunciadas?
Moradores de Petrópolis continuam enfrentando sofrimento psicológico, perdas econômicas e sensação permanente de abandono três anos após a catástrofe de 2022; múltiplas cidades brasileiras sofrem desastres climáticos recorrentes em áreas vulneráveis.