Um aperto de mão guarda, em sua pressão silenciosa, o registro do tempo que passa sobre o corpo humano. Pesquisadores da UFSCar e da University College London acompanharam mais de quatro mil idosos por doze anos e descobriram que uma queda de 15% na força de preensão manual — mesmo quando os valores ainda parecem normais — já anuncia o início de um declínio na mobilidade. A ciência propõe, assim, uma mudança de olhar: não basta medir onde se está, é preciso observar para onde se caminha.
Queda de 15% na força do aperto de mão alerta para risco de mobilidade em idosos
Idosos com declínio de força muscular enfrentam maior risco de quedas, hospitalizações e perda de independência, afetando qualidade de vida e autonomia.
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