Nas horas silenciosas que antecedem o sono, quatro hábitos cotidianos — o excesso de sal, o álcool, o açúcar e a imobilidade prolongada — constroem, noite após noite, um terreno fértil para o acidente vascular cerebral. Evidências científicas recentes revelam que esses comportamentos não agem isoladamente, mas se somam para elevar a pressão arterial, inflamar os vasos e comprometer o sono, mecanismos que a medicina já reconhece como precursores do AVC. O que parece rotina inofensiva é, na verdade, uma escolha silenciosa feita repetidamente — e que pode ser refeita.