Entre o movimento e o repouso existe uma fronteira que o corpo conhece melhor do que qualquer relógio. A questão do exercício noturno não é uma questão de horário fixo, mas de intensidade e de escuta: o que o organismo recebe como convite ao descanso, e o que ele interpreta como chamado à vigília. Na longa conversa entre esforço e recuperação, o sono é o árbitro silencioso — e ele exige ser respeitado nos seus próprios termos.