Quando um carro avança contra uma multidão, a primeira pergunta que a sociedade faz é sobre o porquê — e a resposta raramente é simples. Desde 2016, a Europa tem sido palco de uma série de atropelamentos em massa que desafiam categorias fáceis: nem sempre há ideologia, nem sempre há organização, mas há quase sempre raiva, ressentimento e a sombra de atos anteriores amplificados pela mídia. O que une esses eventos não é uma causa comum, mas um método que se tornou, tragicamente, parte do repertório humano da violência.
Psicologia por trás dos atropelamentos em massa: raiva, imitação e falta de perfil único
Incidente em Berlim deixou 1 morto e dezenas de feridos; série de atropelamentos na Europa desde 2016 resultou em aproximadamente 30 mortes e centenas de feridos.