Na manhã de 23 de julho, escolas por todo o Portugal abriram as portas para a segunda fase dos exames nacionais, reunindo alunos do 9.º ao 12.º ano numa última oportunidade de avaliação formal. Os números que emergiram desse encontro entre estudantes e provas revelam algo mais do que estatísticas: sugerem um compromisso persistente com o ato de ser avaliado, mesmo quando o calendário já avança para o verão. Com taxas de participação entre 88,9% e 100% consoante a disciplina, o retrato que fica é o de uma geração que, em larga medida, não desistiu.