Nas altitudes moderadas dos Alpes italianos, onde o ar começa a rarear mas a vida cotidiana ainda pulsa, a ciência encontrou um laboratório improvável: um refúgio de montanha com sauna e WiFi. O projeto MAHE, da Eurac Research, convida voluntários saudáveis a habitar esse limiar por cinco semanas, transformando a adaptação fisiológica do corpo humano em objeto de estudo — uma fronteira científica menos explorada do que os extremos, mas muito mais próxima de onde milhões de pessoas realmente vivem.