Em Feira de Santana, uma professora descobriu que sua imagem havia sido transformada, sem consentimento, em conteúdo pornográfico gerado por inteligência artificial — um crime que expõe a fragilidade das proteções legais diante de tecnologias que avançam mais rápido do que a consciência coletiva sobre seus riscos. A suspeita recai sobre um adolescente ligado à escola, e a vítima, ao registrar boletim de ocorrência e documentar as evidências, transformou sua dor em alerta: o silêncio diante da violência digital é o solo onde a impunidade floresce.
Professora relata trauma após imagem ser usada em vídeos pornô com IA
Professora sofreu trauma emocional significativo, incluindo vergonha, culpa e constrangimento psicológico ao ter sua imagem explorada sexualmente sem consentimento.