Em Feira de Santana, uma professora de 47 anos descobriu, em pleno exercício de sua vocação, que sua imagem havia sido transformada em conteúdo pornográfico por meio de inteligência artificial — possivelmente pelas mãos de adolescentes que ela própria poderia ter ensinado. O caso ilumina uma fratura silenciosa na era digital: a facilidade com que a tecnologia permite violar a dignidade de uma pessoa sem que ela sequer perceba, até que seja tarde demais. A denúncia feita à polícia é também um gesto de coragem coletiva — um convite para que outras vítimas rompam o silêncio diante de um crime que
Professora denuncia criação de vídeos pornô com sua imagem via IA em Feira de Santana
Professora sofreu danos emocionais significativos incluindo medo, ansiedade, indignação e constrangimento pela exposição não consentida de sua imagem em conteúdo sexual.