Em Singapura, um professor de medicina decidiu transformar seu próprio corpo em laboratório vivo — não por vaidade, mas por convicção científica de que a saúde humana é uma narrativa em movimento, não uma fotografia anual. Dean Ho, aos 47 anos, submeteu-se a um regime rigoroso de jejum, exercício e dieta mediterrânea monitorado por inteligência artificial, e ao final de 2024 seus marcadores biológicos indicavam a idade de 32 anos. O experimento levanta uma questão mais profunda do que qualquer resultado numérico: e se a medicina do futuro não tratar todos os corpos como iguais, mas cada corpo